Homem que denunciou suposto plano de dentro do presídio para matar policiais, delegado e promotor em Uberlândia é assassinado

Homem que denunciou suposto plano de dentro do presídio para matar policiais, delegado e promotor em Uberlândia é assassinado

Homem que denunciou suposto plano de dentro do presídio para matar policiais, delegado e promotor em Uberlândia é assassinado

Leonardo Diego Silva Dias foi morto a tiros em Betim na noite de segunda-feira (28). Carta contendo detalhes sobre o plano teria sido encontrada dentro de uma unidade prisional e desencadeou a operação ‘Eríneas’, que terminou com dez denunciados.


Responsável por denunciar ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) um suposto plano de dentro de uma unidade prisional de Uberlândia, de assassinato de promotores, delegados e policiais, Leonardo Diego Silva Dias foi morto a tiros em Betim. O crime ocorreu na chácara da família dele na noite de segunda-feira (28).

Segundo o MPMG, Leonardo prestou depoimento formal à polícia em maio e revelou a existência de uma carta dentro do presídio contendo ameaças aos agentes de segurança. A situação foi investigada na operação “Erínias”, que terminou com a denúncia de 20 pessoas à Justiça.

Após prestar o depoimento, Leonardo saiu do sistema prisional com tornozeleira eletrônica. Segundo a Polícia Militar (PM), os suspeitos de terem matado o homem ainda não foram localizados.

Operação ‘Erínias’

Vendedor celular influencer Lohan Ramires Operação Má Influência 27/05/2022 — Foto: Instagram/Reprodução

A operação foi realizada no dia 23 de junho por uma força-tarefa do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e das polícias Civil, Militar e Penal. Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de prisão – nove em Uberlândia e um em Goiânia (GO) – e 12 de busca e apreensão.

As investigações descobriram que os criminosos se organizaram dentro do presídio Jacy de Assis e montaram o plano para atacar as autoridades. Segundo o MPMG, delegado, promotor, investigador e outros agentes de segurança estavam na lista de possíveis vítimas do grupo.

Para isso, os suspeitos arrecadaram dinheiro por meio de uma espécie de consórcio, compraram armas e munições e até escolheram os veículos que usariam nos crimes.

Nos dias anteriores à operação, parte da quadrilha deixou o presídio. Por meio de uma carta, descoberta pelos investigadores após o depoimento de Leonardo, o líder da organização criminosa deu ordem para a execução dos alvos.

Na mesma carta, é revelado que a quadrilha tem patrimônio oculto em nome de laranjas. Além disso, o documento também traçava qual seria o plano de fuga após o atentado.

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Link original da notícia: https://g1.globo.com/mg/triangulo-mineiro/noticia/2023/08/29/homem-que-denunciou-suposto-plano-de-dentro-do-presidio-para-matar-policiais-delegado-e-promotor-em-uberlandia-e-assassinado.ghtml

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