Coluna Foco no Interior, por Keizer Santos

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60 mil pessoas afetadas pelos efeitos da seca e da estiagem em Sergipe

Foto: Defesa Civil de Sergipe

De acordo com a Defesa Civil, nove municípios sergipanos estão em situação de emergência devido à seca ou à estiagem. Pela estiagem, os municípios que decretaram emergência foram Poço Verde, Frei Paulo, Tobias Barreto, Porto da Folha e Nossa Senhora da Glória. Monte Alegre, Poço Redondo, Carira e Nossa Senhora Aparecida decretaram situação de emergência devido à seca. São cerca de 60 mil pessoas afetadas. Segundo a Defesa Civil, 90 caminhões-pipa estão atuando, sendo 35 operados pelo Exército e 55 pelos respectivos municípios. A Defesa Civil informou que outros municípios aguardam a homologação do decreto para ter a situação de emergência reconhecida.

Foto: Sindiserv/Cristinápolis

Servidores Cristinápolis rejeitam proposta

Reunidos em uma assembleia extraordinária realizada pelo Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Cristinápolis (Sindiserv Cristinápolis), na quarta-feira (23), as trabalhadoras e trabalhadores do serviço público cristinapolitano, rejeitaram a proposta encaminhada pela gestão municipal por meio de ofício, em que afirma que os projetos de lei que tratam da revisão salarial dos servidores e o reajuste dos motoristas serão encaminhados para a Câmara de Vereadores do Município em Janeiro de 2024, e que é preciso continuar o diálogo acerca da proposta de alteração do Estatuto dos Servidores para o acréscimo salarial de 1/3 para aqueles que completarem 25 anos de serviço prestado, e decidem por paralisação. A diretoria do Sindicato esteve reunida com o gestor municipal e alguns secretários e assessores no último dia 17, onde o prefeito, Sandro de Jesus, havia se comprometido com as pautas apresentadas pela categoria. A luta dos servidores municipais de Cristinápolis é pela revisão geral anual de seus salários, corrigindo a corrosão provocada pela inflação do período. Já os motoristas amargam cinco anos sem recomposição das perdas salariais, que no acumulado já chegam aos 31,58%.

Foto: Sintese

Professores da Barra paralisam atividades

Professoras e professores da rede municipal da Barra dos Coqueiros, paralisam suas atividades por três dias. Na terça-feira (29), primeiro dia de paralisação, as professoras e professores iniciaram o dia fazendo bandeiraço e panfletagem no pórtico da cidade. “A ideia, desse primeiro momento de mobilização, foi dialogar com a população da Barra sobre os desmandos do prefeito Alberto Macedo, que além de não cumprir com o que estabelece a Lei do Piso Salarial, abandonou a educação da Barra dos Coqueiros à própria sorte. Falta da cartolina ao livro didático nas escolas municipais. Além disso, professoras e professores relatam condições precárias na estrutura física das unidades de ensino: banheiros ruins, salas quentes, escolas que precisam urgente de reformas”, destacou o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese).

Foto: MPSE

ACP contra o Município de Boquim

O Ministério Público de Sergipe ajuizou uma Ação Civil Pública (ACP) contra o Município de Boquim, para assegurar a regularização do loteamento localizado na Rua João de Deus, na região central da cidade. No procedimento, o MPSE requer a elaboração de projeto, licenciamento ambiental, implementação de infraestrutura, registro imobiliário e outorga das escrituras públicas do loteamento. Desde 2019, quando foi instaurada Notícia de Fato (sob n° 78.19.01.0035), o MPSE, por meio da Promotoria de Justiça de Boquim, vem apurando as supostas irregularidades no loteamento em questão. De acordo com os moradores, no ato de compra dos lotes, havia a promessa de que seria construída uma praça com arborização e equipamentos esportivos. No entanto, o MP de Sergipe apurou que não havia registro de loteamento no Município e, por isso, serviços como pavimentação e urbanização da região não podem ser realizados.

Foto: Divulgação

Falta de professor em Ribeirópolis

O vereador Max de Zé de Toinho (União Brasil) questionou, em seu discurso na Sessão Ordinária, a falta de professor em uma unidade da rede municipal de Educação. O vereador explicou ter recebido denúncia sobre alunos que estão indo para escola e estão sem o professor em sala de aula no 1º ano B do Colégio Municipal Josué Passos. “Como é que o aluno pode ficar sem aula desde o início do segundo semestre? O que a Secretaria de educação está fazendo para solucionar o problema ? Não é concebível ter o valor do recurso que tem a Secretaria de Educação do nosso município e isso acontecer”, questionou o vereador Max de Zé de Toinho.

Link original da notícia: https://cinformonline.com.br/coluna-foco-no-interior-por-keizer-santos-21/

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